terça-feira, outubro 16, 2012

[ Eu nunca fui uma garota muito comum e minha mãe sempre me disse que isso não era bom.
Eu cresci com alguns fantasmas me perseguindo. Eu quis tudo quando não tinha nada. Eu tentei não me meter em confusão, mas tive que aprender a conviver com uma guerra na minha cabeça.

Eu quis a liberdade mais do que qualquer outra coisa no mundo. Eu quis dar qualquer coisa pra ver aquela pessoa de novo, ainda que de longe. Eu quis fugir. Eu quis falar tudo o que tinha na cabeça. Eu me escondi.

Eu rezei à noite pra que tudo mudasse. Eu pedi alguém que me proteja, e que eu possa cuidar. Eu pedi pelo paraíso. Eu mandei tudo pro inferno.

Eu sonhei com um mundo melhor. Eu desejei que tudo acabe no dia 21 de dezembro pra que possa recomeçar da melhor maneira possível...
Nós não temos nada a perder, nada a ganhar. Nada que desejemos mais do que fazer com que tudo valha a pena.
E eu penso na pessoa que eu quero ser. E eu acredito nos corações abertos e na longa estrada à frente. ]



'I am fucking crazy, but I AM FREE!' (:


segunda-feira, setembro 17, 2012

O tempo passa, o tempo voa...

Mais da metade do ano se passou. E nossa, como foi rápido! Sinceramente me pareceram os 9 meses mais rápidos de toda a minha vida. Me lembro de janeiro como se fosse ontem... E tanta coisa aconteceu nesses 9 meses.
Pensar como a minha vida mudou completamente em tão pouco tempo.
Mas 9 meses é realmente um espaço de tempo pequeno?

Quantificando:
9 meses = 261 dias (hoje 17.09) = 6.264 horas = 375.840 minutos = 22.550.400 segundos...
Tempo suficiente pra que um bebê nasça. Tempo mais que suficiente para que grandes mudanças acontecessem. Mudanças tão grandes que me levam a pensar se é você mesmo 2012.

Qualificando:
Melhores 9 meses dos últimos 7 anos (e me desculpe você que vai ler isso e vai dar chiliquinho de mulherzinha, mas foram os melhores meses sim. #prontofalei). E muito simples dizer o porquê  de terem sido os melhores: porque foram leves, com novas descobertas, novos amigos, uma nova eu. E eu pergunto: é você mesmo 2012? Acho que sim.

Daqui a pouco já será natal mais uma vez e apesar de não ser muito fã dessas festas de final de ano acho que esse ano terei vários motivos pra comemorar e desejar de todo o meu ♥ que 2013 me proporcione tantas coisas boas quanto 2012 está proporcionando.
Esse 2012 que me fez perceber que assim como as estações as pessoas também têm a habilidade de mudar,  e que eu fui uma dessas pessoas. Algumas coisas nunca mudam, claro. Mas é bom saber que quando acontecem, as mudanças levam o quebrado a ser tornar inteiro novamente, mostrando como é bom abrir as portas pra novas possibilidades e deixá-las entrar, mostrando como é bom ter a chance de um novo começo.
Talvez o maior problema desse novo começo é que algo precisa terminar pra que ele possa chegar. Alguns finais demoram pra serem notados e alguns começos são tão silenciosos que a gente nem nota quando acontecem. E uma coisa boa nesses finais e recomeços: olhar pro futuro e imaginar que mesmo quando achamos que já vimos de tudo a vida ainda pode nos surpreender e podemos surpreender a nós mesmos! :)


sábado, setembro 15, 2012

Untittled

E passo meses sem escrever e do nada me dá um negócio e recomeço loucamente.
Na verdade não é que eu tenha ficado meses sem escrever nada, é que eu achei que fossem coisas estupidamente bobas para serem publicadas.
...
Ali está o gato subindo na janela tentando entrar no quarto que ele acha que é dele. Mother Monster na sala fazendo o que lhe é peculiar: reclamar de tudo. Minha irmã na casa de uma amiga. E eu aqui no meu quarto, perdida em milhares de pensamentos. Nenhuma novidade, não fosse pelo gato.
...
E voltando aos pensamentos são eles que me fazem querer escrever, porque escrever faz com que eu me sinta bem. Uma maneira mais fácil de colocar pra fora as coisas que dificilmente eu falaria a respeito. Talvez um dia eu aprenda a falar o que eu sinto sem medo de ser feliz, mas por enquanto não. As poucas vezes em que optei por essa alternativa as coisas não saíram muito bem, então ainda prefiro guardar pra mim determinadas coisas e sentimentos e creio que isso não vá mudar por um bom tempo. :)





Diário de uma farmacêutica com um gato, pt. I

Depois de um longo inverno afastada da tentativa de fazer um blog, ontem apareceu um motivo que me [co]moveu a escrever. E esse motivo tem nome e sobrenome: Jon Snow. Não sabe o que é o Jon? Vem comigo que eu vou começar a contar a saga dele! :)

13.09.2012:
Dia normal de trabalho na drogaria. Tudo transcorrendo dentro da normalidade. Lá pras 11h da manhã escuto um miado e vou atrás. Quem eu encontro? Um gatinho com um olhão azul arregalado, todo encolhidinho e assustado. 'Nossa, que lindo!', eu pensei. Amor à primeira vista eu posso dizer. Peguei o bichinho no colo e não soltei mais. Numa primeira olhada tudo indicava ser uma menina. Sendo assim foi chamada de Arya. Era uma legítima Stark (não sabem quem é Arya ou quem são os Stark? Em que mundo vc vive? Winter is coming! rsrs).

Meio-dia, final de expediente fomos pra casa, eu e a gata mais medrosa do mundo, que grudou no meu pescoço e achei que não fosse se soltar nunca mais.

Chegamos em casa e eu morrendo de medo que minha mãe não a quisesse por lá. Inventei mil desculpas mas nenhuma delas foi necessária: a bichana conquistou todo mundo com os zóinhos vesgos mais lindos desse mundo! 
Alimentamos a filhote e ela deitou no sofá e dormiu toda charmosa.
Quando acordou fomos ao pet shop comprar ração e a dona do lugar deu uma olhada mais detalhada e me deu as notícias: 'é um gato siamês macho, mamãe!' 
Parabéns, vc acaba de saber que seu filho é tailandês e transexual de uma tacada só! E agora? Bom, agora só me restava mudar o nome. Nascia nesse momento o meu Jon Snow.

Voltamos pra casa e hora do banho. Momentos de tensão pq eu não consegui cortar as unhas do menino. E eita menino  que deu trabalho. Resultado: banho mal tomado, mas bem mais limpinho do que qnd chegou aqui em casa; ainda com pulgas e com um dodói, mas dessa vez sendo cuidado, talvez pela primeira vez na vida recebendo um carinho... :)
E depois do banho dormiu mais um pouco no colinho da mamãe! Coisa linda!!! 

Aí acordou, aí brincou, aí dormiu de novo, e comeu, e brincou mais e marcou território na casa nova, e voltou a brincar, e voltou a dormir...

E nesse interim aprendi outra coisa sobre gatos: o famoso ron-ron-ron, o ronronar do gato. Quando ele fez a primeira vez, pensei que ele tivesse doente. Se eu sou burra? Sim! Mas poxa, entendam que eu nunca criei nenhum bicho que ronrona e nenhum dos gatos que eu conheço ronronou pra mim, logo achei o tal barulhinho esquisito. Mas aí meu anjo da guarda em matéria de gatos (ao qual eu agradeço muito pela paciência) me mandou um vídeo mostrando o ron-ron-ron dos bichanos. E eu acho que acabei me apaixonando mais pelo João das Neves, my little Jon Snow, tão frágil e tão forte, pq só Deus sabe o que ele passou pelas ruas.

E na hora de dormir foi uma berradeira só, pq não podia dormir na cama da mãe...  foi levado a força pra garagem e passou a noite inteira miando e cavando a caixa de areia e por isso não deixou a mãe dormir.

14.09.2012:
Quando finalmente dormiu já era quase 5 da manhã, mas às 6h já estava miando de novo.
- Oh meu filho, já acordou? Mamãe tem que dormir! Hora de menino bonito acordar é às 7h!
- Mas eu já quero brincar, mãe!
Aí a mãe teve que se render, abrir a porta e deixar o menino se esparramar na cama dela. rs. Mal terminei de arrumar água, comida, banheiro (tudo dele) já era hora de ir pro trabalho. =(

E aí todos os sentimentos de mãe de primeira viagem se misturando. Na hora de sair pro trabalho eu tava me sentindo aquelas mães de primeira viagem que deixam o filho na escola pela primeira vez e os pestinhas desatinam a chorar e elas começam a chorar junto querendo levá-los embora pq não gostam de ver seus filhotes sofrendo. E pra essas mães existem os pais que entram em ação e as arrancam dali na marra, deixando os meninos pra trás. Mas eu sou uma mãe solteira...

Cheguei à conclusão que esses gatos-criança dão muito trabalho, mas tem sido gratificante. Só de ver o bichinho correndo pra mim quando eu entro em casa e os olhinhos azuis me fitando já vale a pena. ;)


>^.^<
Jon Snow 


quarta-feira, maio 23, 2012

Relation[ship]

Relationship em português:
''Relacionamento - s.m. Ato ou efeito de relacionar. Amizade, intimidade. Condição em que dois ou mais indivíduos cultivam trato de cortesia ou de amizade, blá blá blá.'' 
Mas na boa, é só isso? Não mesmo. Quem dera fosse. As coisas seriam bem mais fáceis. rs.
Ou como diria meu querido amigo Wagner: ''É Brendinha, não sei o que dizer. Se tivesse uma explicação coerente não seria chamado relacionamento. A palavra por si só já é complicada, imagine o significado e o dela...''
#ihcomplicou

E apesar de não saber definir muito bem o que vem a ser 'relacionamento', acho que cabe ser dito que, sim, como tudo na vida, eventualmente terá um começo, um meio e um fim. 

Já sei! Posso relacionar com uma viagem de navio (às vezes o próprio RMS Titanic, porque na boa, tem cada iceberg que aparece na nossa frente...). Aqui, chamarei esse navio de Relation Ship.
Quando o Relation Ship zarpa do porto solidão em que está ancorado não há nada além do mar. E aí a gente se joga na travessia do Atlântico de cabeça. 'Take her to the sea, Mr. Murdoch!' ('leve-a para o mar, senhor Murdoch' - célebre frase dita pelo capitão do Titanic, senhor Smith, ao senhor supracitado). E aí lá se vai o navio, a princípio em águas tranquilas. Então julgamos que é hora de colocar as caldeiras pra funcionar a todo vapor. Mas às vezes o navio precisa mudar de curso, às vezes vem a tempestade ou acontece algo que acaba com a calmaria da viagem. E o que fazer? Pular na água gelada, procurar um bote, afundar com o navio? Difícil responder. 

Voltando aos relacionamentos: o começo de tudo, assim como a viagem no Relation Ship, é uma maravilha! Todas aquelas borboletas no estômago... E o tempo passa, e as borboletas vão voando pra longe (e eu espero que isso demore a acontecer porque, sinceramente, eu gosto muito das minhas borboletas). 
Mas uma hora ou outra a gente cansa de se relacionar. Acontece com todo mundo, vai por mim. E não é porque a gente queira, mas um dia a gente cansa de ter que ficar enviando sms, de ter que ligar e inventar assunto, conforme é dito no manual de Boas Práticas de Relacionamento. Já passei por isso, e sério, quem não passou, vai passar. 
Hoje, posso dizer que pra mim é bem diferente e eu tô bem feliz, porque vejo as coisas por um ângulo muito mais interessante, num lugar aonde eu, tampouco o outro temos esse tipo de obrigação imposta pelas boas práticas. E sabem, eu gosto disso. Dessa leveza que existe nesse ''novo relacionamento'', e isso é muito bom, pelo menos pra mim. E claro, aqui falo por mim, porque uma coisa são as minhas expectativas, outra coisa são as expectativas do outro. O elemento surpresa me encanta. Mas isso é outra história... 
E, eventualmente, você pode chegar àquele momento em que irá perceber que tá cansado de nhem nhem nhem, cansado do ato de se relacionar. Esse é o sinal de que o momento é de reflexão, 'eu comigo mesmo'. É o momento exato de focar e colocar a vida nos eixos, o navio de volta ao curso, ou pular na água, ou afundar. E agora relation(ship), o que fazer? Bom, posso dizer que há 4 meses eu pulei do navio e descobri que a água pode ser bem quentinha. ;)

XOXO



*Notinha: 
Relation(ship) - traduzindo, seria algo como ''navio das relações'', Relation Ship.

sexta-feira, maio 18, 2012

E a Dilma vetou!

Como assim um blog chamado 'Farmaceuticalidades' e nada postado sobre a minha paixão sem remédio?
Vamos mudar isso agora mesmo! ;D
Mas leiam, não é nada restrito ao universo farmacêutico. Muito pelo contrário - é algo que todos nós deveríamos ter conhecimento porque é a saúde da população que será diretamente atingida.


Não sei se vocês têm acompanhado uma das invenções do Senado que era vender medicamentos em outros estabelecimentos que não farmácias/drogarias. A venda estaria liberada em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência, ou seja, um verdadeiro retrocesso na compreensão de que as farmácias e drogarias são estabelecimentos de saúde e que, para uma dispensação segura do medicamento X precisamos de um profissional habilitado a isso (por exemplo, essa linda farmacêutica que vos escreve. rs.).
Aí vem o Senado e libera a venda de OTC ou MIP, que é o grupo de medicamentos que pode ser vendidos sem receita. Agora, eles só se esqueceram do fato de que: pode ser vendido sem receita, mas ainda sim traz riscos à saúde do paciente que fizer um mau uso da medicação. Na minha humilde opinião isso nada mais é que um belo incentivo à automedicação, coisa que a gente que é profissional de saúde orienta o tempo todo sobre os riscos e as consequências. Mas, ok, o Senado mandou liberar, então foda-se essa merda, não?


E aí surgiram vários movimentos mobilizando a galera da saúde e as 'pessoas normais' para que solicitássemos à Presidenta Dilma que esse absurdo fosse vetado. 
Um dos meus 2 e-mails encaminhados ao Fale com a Presidenta (sistema.planalto.gov.br):


'Exma. Srª. Presidenta, eu e meus colegas farmacêuticos, pedimos o veto do artigo da Medida Provisória nº 549/11, que autoriza a venda de medicamentos que não exigem prescrição médica em supermercado, armazéns, empórios, lojas de conveniência e similares. Temos a plena consciência de que, se não for vetado, haverá um consumo exacerbado de medicamentos, levando ao aumento no número de intoxicações devido ao uso inadequado dos mesmos. Nós, Farmacêuticos, temos que assistenciar os pacientes para que o tratamento seja efetivo e eficaz. Porém, se o artigo não for vetado, quem poderá mensurar as consequências acarretadas à  população? Muito Obrigada!


Att.,
Brenda dos R. Prates, Farmacêutica, CRF-DF 4568' 


E antes que vocês venham me falar que não se manda um e-mail assim pra Presidenta, eu lhes digo: e daí que não está de acordo com  o Manual de Redação da Presidência? O que importa é que eu fiz a minha parte. E olha aí o resultado: hoje, sexta-feira, 18 de maio de 2012 saiu a publicação do veto no Diário Oficial e eu me sinto parte integrante disso aí. Fazendo a diferença. 

A classe unida sempre será vencedora!! O artigo 8º da MP nº 549-B foi VETADO pela Presidenta Dilma Rousseff. UNIDOS somos fortes! Obrigada Dilma! 
#ORGULHODESERFARMACÊUTICA lol
Publicação D.O.U - http://migre.me/982hs

Razão e ♥


(Reescrevendo...)

Pra variar um pouco, me peguei pensando naquele meu velho questionamento a respeito da razão das coisas.
Sim a razão. Um tanto quanto filosófico, mas é uma das coisas que mais me passa pela cabeça. Será que eu simplesmente não poderia deixar fluir? Então resolvi escrever, porque sei o quanto isso é útil pra mim.

Qual será aquele momento em que tudo tem início? Cadê o bendito start codon?
Nariz que respira, cérebro que pensa, coração que bate... e no final? Bem, no final - nada.

Chega aquele momentinho básico em que de repente a gente se pega lembrando de tanta coisa, e percebendo que a vida é uma caixinha de surpresas. As risadas, os abraços, as pessoas que anda(ra)m ao meu lado, as folhas da MINHA árvore. As histórias compartilhadas, os momentos tristes, pq não? Eles tbm fazem parte. Os amigos e a razão. A tal da razão, sempre ali, eventualmente se escondendo na ponta de algum galho e voltando inesperadamente, mostrando que ainda tem poder decisivo e que sim, eu sou um ser muitooooo racional; muito embora tenha tentado negar isso por muito tempo e tentado 'seguir o '. Mas, por favor, desde qnd  tem perna pra gente andar seguindo ele? Bitch, please! 

Queria eu seguir aquele velho conselho de 2000 e lá vão quase 10 anos, aquele conselho que dizia 'ocupe o seu tempo todo sendo feliz'. Eu queria mesmo. Mas é que às vezes simplesmente não dá. Inevitável não pensar no que poderia ser se eu tivesse escolhido traçar outro caminho. E se eu tivesse aceitado as outras oportunidades que a vida, sempre arteira, me mostrou? 

E finalmente aquela pergunta que dificilmente vai encontrar sua resposta: quem sou eu? Porque eu admito: às vezes olho no espelho e não reconheço aquele cabelo, aqueles olhos, aquele corpo... 

E aí tem as memórias. É engraçado pensar a respeito, mas as coisas permanecem tão vivas na minha memória. É só fechar os olhos e, por um momento, dá pra reviver tudo. Ou se eu estou à toa e ouço uma música, ou sinto um cheiro e isso automaticamente me transporta pra um lugar que é só meu. Sim é só meu, porque por mais que outras pessoas estejam presentes nessas memórias é bem provável que só eu me recorde delas dessa forma. A mesma razão que me faz pensar em motivos pra tudo aparece com a mesma intensidade que meu ♥, que é um tanto quanto idiota (diga-se de passagem), guarda cada pequeno momento dentro dele. E nesses momentos eu adoraria que esse  tivesse pernas e que eu pudesse segui-lo por aí: livre, leve e solta. Mas mesmo não tendo pernas, , eu acho incrível o tempo não diminuir a alegria que as lembranças guardadas em você me trazem. E acho que sinceramente tenho que agradecê-lo por isso.


Claro, por culpa da razão, esse tal '' é apenas uma metáfora boba pra descrever o loco dos sentimentos, que é o mesmo cérebro que te faz pensar sobre a razão. E aí haja neurotransmissores pra fazer com que esses dois convivam em paz. Vem, feniletilamina - sua linda! 
Razão e  podem ser comparados à amigos que se adoram, mas um dia estão de bem e no outro dia sequer olham na cara um do outro, sem nenhum motivo aparente. Com a mesma frequência que emburram um com o outro, voltam a se falar como se nada tivesse acontecido. Você tem amigos assim? Eu tive vários! E eu tenho razão,  e autocensura de sobra pra parar esse post por aqui. Afinal, nem eu teria paciência pra terminar de lê-lo... =D
XOXO